Pensador
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Reflexões
Se ninguém pode se justificar diante de Deus por suas obras, por que a religião continua falando em mandamento, recompensa, culpa e juízo? As boas obras libertam o ser humano, formam sua vida, ou mantêm uma lógica de dívida diante de Deus?
Se grande parte do que pensamos, sentimos e fazemos nasce fora da consciência, o que a consciência humana realmente é? Em diálogo com Freud, Jung e Nietzsche, ela é o centro do eu, apenas a parte visível da vida psíquica, ou uma interpretação produzida pelo corpo, pela linguagem e pelos afetos? E, se a consciência não domina plenamente a si mesma, em que sentido ainda podemos falar em liberdade e responsabilidade?
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